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Projeto Philos – Amigo da Biblioteca – utiliza a nuvem da Microsoft para incentivar a leitura em escolas públicas

26 de junho de 2018

Postado por Microsoft Educação em Blog Parceiros, Notícias Educação


Criado pela empresa Prima, o software está auxiliando escolas do Brasil a incentivar o hábito da leitura

 Incentivar o hábito da leitura entre crianças e jovens vem se tornando um grande desafio nos últimos anos. Segundo a pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, realizada em 2016, 44% dos brasileiros não tem o hábito de ler e 30% nunca compraram nenhum livro. Esses dados são alarmantes, visto que o estudante passa grande parte de sua vida dentro da escola com a missão de sair preparado para o mercado de trabalho.

Pensando em como incentivar o hábito da leitura no ambiente escolar e otimizar o espaço das bibliotecas nas escolas, a empresa Prima, que oferece soluções tecnológicas para o gerenciamento de instituições de ensino, escolas de cursos livres, bibliotecas e acervos não bibliográficos, criou o projeto Philos – Amigo da biblioteca.

“O Philos é um software, hospedado na nuvem, criado com o foco na gestão de bibliotecas escolares. Ele foi desenvolvido a partir da experiência de 20 anos da Prima na gestão de bibliotecas de grande porte, como a Biblioteca Nacional, Academia Brasileira de Letras, UNICAMP, entre mais de 1500 estabelecimentos. Em função da grande aceitação do Philos no mercado de bibliotecas escolares privadas, a Prima tomou a iniciativa de criar um projeto de cunho social que distribui o software para bibliotecas e salas de leitura em escolas públicas”, explica Eduardo Voigt, diretor da Prima.

O desenvolvimento do projeto foi possível graças ao Azure, serviço de nuvem da Microsoft que permite o armazenamento e gerenciamento de dados das empresas.

Com uma interface simples e acessível, o acesso ao software é feito pela internet e após a implantação, a escola está apta a cadastrar seu acervo no sistema e disponibilizá-lo para consulta à comunidade escolar. Com o Philos operando na nuvem, a escola só precisa de um navegador para ter acesso às ferramentas. Do mesmo modo, alunos e professores conseguem consultar o acervo, fazer reservas e renovar empréstimos pela internet, por meio do Terminal Web. Outro facilitador de buscas no software é a catalogação por cor que separa visualmente temas e público-alvo, algo interessante, principalmente, para as crianças. É possível ainda catalogar tanto o acervo físico quanto o digital, aumentando as formas de acesso à leitura nas instituições por meio de fornecedores de conteúdo digital integrados ao software.

“Sem dúvidas o software facilitou muito o dia a dia dos alunos e permitiu o aumento do número de empréstimos dos livros”, Marilene de Oliveira, voluntária na biblioteca da Ecola Classe 115 Norte, em Brasília – DF.

um screenshot de um telefone celular

Philos: Interface amigável e acessível

Fazendo a diferença nas escolas públicas

Atualmente, o projeto já beneficia mais de 300 escolas em 24 estados, mais o Distrito Federal, impactando 200.000 crianças. Para Pâmela Jaine, Orientadora de leitura da Escola Governador Bornhausen, em Arroio Trinta – Santa Catarina, um dos maiores benefícios do Philos foi a rapidez que a biblioteca permitiu no dia a dia dos alunos, “Uma das principais melhorias na biblioteca foi a agilidade para a troca dos livros e um controle maior do nosso acervo”, afirma a orientadora. Já na Escola Prof. Amálio Pinheiro, em Ponta Grossa – PR, após começarem a utilizar o Philos, os alunos tiveram mais interesse nos empréstimos dos livros. “Percebemos que com o software houve um maior engajamento dos alunos, principalmente por se identificarem mais com o novo sistema. Acreditamos que a tecnologia é algo bastante natural aos jovens desta geração”, afirma Fernando Vasconcelos, Agente Educacional da instituição.

Cidades já atendidas pelo Projeto Philos.

A nuvem como incentivo à leitura

O sistema Philos é hospedado em uma nuvem Azure da Microsoft, o que facilita o acesso de alunos e profissionais das escolas. Utilizando o serviço de armazenamento, o software não ocupa espaço nas máquinas e as empresas podem usar para criar, implantar e gerenciar aplicativos por toda uma rede global de datacenters.

No caso do Philos, é uma grande possibilidade para outras escolas em todo o Brasil, que hoje em dia têm muita dificuldade na organização e promoção de sua biblioteca ou sala de leitura. “Acreditamos que a Microsoft está colaborando muito na expansão do Philos como uma solução na área educacional. Nosso projeto visa trazer resultados concretos para melhorar a leitura e organização dos espaços das bibliotecas e salas de leitura”, afirma o diretor da Prima.

 

Impactando o aprendizado dos alunos

Na visão da empresa, o hábito da leitura deve ser visto como um agente transformador na interação do aluno com a sociedade. Com a facilidade e organização do acervo das escolas, o software se tornou uma poderosa ferramenta de estímulo à leitura e acesso aos livros. “As bibliotecas são a fonte de pesquisa e o referencial que respalda as atividades de professores e alunos, permitindo obter novos conhecimentos ou aprofundar os já assimilados. Porém, não basta ter diversos livros ou outros suportes de informação se eles não estiverem organizados e passíveis de descoberta”, enfatiza Eduardo.

Mas de onde veio o nome do Software? Philos vem do grego e significa amor fraterno. Esta palavra dá nome ao software para gestão de bibliotecas escolares da família SophiA, que também é uma palavra grega que significa sabedoria, “Philos e SophiA juntos, simbolizam o propósito central da empresa Prima: amor à sabedoria”, finaliza Eduardo.

 

Como fazer parte do projeto?

O processo para ter acesso ao Philos é simples e toda instituição escolar pública pode participar. Para isso, basta entrar no site do projeto: www.sophia.com.br/projetophilos e preencher o cadastro para inscrever a escola. No site também podem ser consultadas as regras gerais, que preveem, por exemplo, a concessão de até cinco licenças de uso do software Philos para escolas públicas por município, quando se tratar da capital do estado e até duas licenças para escolas nos demais municípios.

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